16 de julho de 2017

Textranscendente

Fui até Joyce,
tivemos uma conversa espirituosa,
sobre do que nascemos e para o que vivemos.

Visitei Borges,
sempre elegante,
montado nas suas bestas fantásticas com Bioy.

Com o velho safado aprendi a bater à máquina
E com o mestre do sonho a libertar o meu.

Mas o Mário,
não sei como vai da selva à cidade,
muiraquitã no peito
porque bate aquela preguiça.

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